terça-feira, 24 de maio de 2011

SEDE DE DEUS - Pr. Henrique Vireira

Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4

DE ONDE VÊM ESTAS BORBOLETAS?


DE ONDE VÊM ESTAS BORBOLETAS?

Por: Bianca Assis

Ela estava cansada. Naquele dia, talvez tivesse levantado da cama sem mesmo ter sentido que já era hora. O fardo dos dias às vezes se torna pesado pr’aqueles de coração excessivamente pensativo.

Ainda com seu par de meias amarelas e o cheirinho do café que envolvia seu pijama de algodão, respirou fundo e enfim acordou, depois deste sorriso arrancado tão gostosamente.

Um banho, o cheiro fresco do xampu de flores, roupas vibrantes... [Ah, como ela gostava de verde bandeira!]

Era assim quase toda manhã: um misto de realidade profunda e esperança incansável. Todos os tons possíveis entre tristeza e alegria, entre desistir e tentar... Talvez o saldo com o amor nunca tenha sido satisfatório, no entanto há corações pensativos que de tão belos, se espalham...

Ela olhava o caminho, e por vezes achava inseguro demais, mas o coração quando se decidia, era quase implacável! E lá ia ela pelas ruas a passos firmes e distraídos, experimentando o tempo, desafiando as previsões, sentindo gostos e cheiros de vida.

Era uma empirista às avessas, das situações e das idéias que observava em si mesma e ao seu redor sempre tirava teses e resultados: Uma espécie de Cientista da Própria Subjetividade.

Uma das teorias que formulou, por exemplo, é de que como tudo se adapta, os cupidos de hoje também o fizeram. Eles não mais trabalhavam com arco e flecha [se ainda possuem vendas, isso não ‘desvendou’] para garantir que duas pessoas se notassem de forma especial...

Os cupidos [aqueles sapecas] encontraram uma maneira de fazer as pessoas engolirem borboletas! De alguma forma eles devem ter refletido sobre ação do tempo sobre as lagartas [que seriam as sementes de nossa maturidade em relação ao amor] a metamorfose [fase de transição] e o explodir das cores em seus novos corpos ao ganharem um belo par de asas! De certa forma, o encantamento dá asas...

Ela é apenas alguém que cria demais... não questionem seus métodos... Mas se restam dúvidas, tire a prova dos nove:

Já sentiu borboletas no estômago?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

FAZER MEMÓRIA É REVIVER.

FAZER MEMÓRIA É REVIVER.

Pastor Henrique Vieira

No próximo domingo celebraremos a Ceia do Senhor. Mais uma vez estaremos juntos, unidos em pensamentos e sentimentos, relembrando a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

Contudo, a Ceia não é apenas um ato de memória ou de lembrança, mas é uma reafirmação do nosso compromisso de viver em profunda comunhão com Jesus, com nosso próximo e com toda a criação.

Celebrar a Ceia é animar em nosso coração a disposição de viver como Jesus viveu: entregando nossas vidas para que outros tenham vida. A Ceia é expressão de partilha, de comunhão, de comunicação de valores fraternos, altruístas e solidários.

A Ceia é prenuncio de um mundo em que a auto satisfação passa pelo outro, que o êxito individual se relaciona ao bem estar coletivo, que o amor é a fragilidade mais poderosa que existe.

A Ceia é a celebração do Deus doador, do Deus Todo Amoroso, do Deus que se entrega, que se auto-sacrifica, que se encarna na história e no tempo para nos reconciliar consigo e fazer convergir toda existência em Cristo.

Portanto, celebrando a Ceia como igreja, reafirmamos nossa fé na redenção que recebemos de Cristo, fortalecemos nossos laços de comunhão, de partilha, de entrega mútua, de sacrifício voluntário e anunciamos a nossa esperança na concretização de um mundo eucarístico, festivo e pleno.

O DESAFIO DE SER IGREJA - Pr. Henrique Vieira


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